
Poeira,
Fumaça
e Sonhos
Neste meu primeiro livro a Memória é fonte, ferramenta e metodologia na interpretação dos fragmentos históricos do cotidiano rural que influenciam nossa identidade brasileira.
Literatura Caipira
raízes profundas da
Queima do Alho
Acompanhe o Processo Criativo
Cada livro carrega uma história dentro e fora das páginas. Aqui, você acompanha o caminho percorrido por Poeira, Fumaça e Sonhos, desde o primeiro sopro de ideia até o momento do lançamento.
1. Idealização 🌟
Poeira, Fumaça e Sonhos surgiu como uma tentativa de capturar o intangível, o poético e o real.


2. Pesquisa 📚
Tentei explorar a profundidade da Queima do Alho, como manifestação completa da Cultura Caipira.
As primeiras palavras vieram como poeira no vento, livres, fragmentadas e cheias de energia criativa.
3. Rascunhos 🛠️






4. Desenvolvimento 📝
Escrevi cerca de 2/3 do esperado para esse livro. Tenho algo de machadiano nesse parte do processo.




6. Lançamento 🐎
5. Ajustes Editoriais 📖
Celebraremos juntos o lançamento de mais um episodio da fascinante História do Brasil.
Revisões finas, leitura crítica, preparação visual e técnica, para garantir o resultado esperado.
Primeiro vai o alho, bem picadinho.
Ou macerado, desde que na hora!
Deixa dourar sem medo, mas com atenção.
Só um chefe tropeiro sabe o instante exato em que a magia acontece no óleo fervente. Daí, entra a cebola.
Vê? Antes de tudo: Fogo. Ele determina o tempo e forma de trabalho, a receita, por conseguinte os aromas, texturas e sabor de cada prato servido.
O Fogo-de-Chão é selvagem. Aquece e esfria a seu belo prazer, mas também dança com o vento até cansar, e pode reclamar. Muito diferente de qualquer forno ou fogão, cujas chamas são azuladas.
Azul é cor mais bonita na depressão.
Mas sempre será a cor Céu em dia de verão, manto sagrado que sustenta uma ancestral relação nacional entre o Brasil e o Cruzeiro-do-Sul, constelação mais famosa do mundo e ícone do nosso Brasão.
Todavia, Fogo-de-Chão, seja fogueira, brasa de carvão ou lenha, é vermelha. Cor de Paixão.
Por isso, o chefe tropeiro deve conhecer o fogo melhor que outros cozinheiros. Espera-se do cozinheiro tropeiro que tenha formação de diploma e de chão.
Antes de lamber a colher, devemos lembrar que:
“Navegar é Preciso! Viver não.”
A gastronomia deve nutrir a culinária do nosso sertão. Pois qualquer gastrônomo meia boca sabe a importância sobre a origem dos alimentos, temperos e receitas. Mas só o verdadeiro cozinheiro de estrada conhece, respeita e transmite a Memória de cada alimento, entende de nutrição e esforça-se em cada etapa do preparo da comida que, antes de mais nada, é a sua própria rica alimentação.
Assim como esse livro é resultado de receitas que só se aprende escutando muito, primeiro. E depois lendo muito mais, para reviver o nosso próprio passado, alimentar a criança que a gente foi.
É sobre aproveitar o melhor que a vida pode nos ofertar! Entender que o sabor não nasce pronto, como milagre, ou ilusão. Sabor é trabalho, esforço e dedicação. Cada grão tem sua história e razão.
Conhecer a História para saborear o melhor do Pão.
Por isso foi preciso voltar ao Peabiru, às entranhas do Brasil, nas raízes mais profundas da humanidade, para que consigamos valorizar, desfrutar plenamente e se esbaldar com o que há de baum e de melhor.
Caminhos que transcendem o tempo, jornadas que testam o chão e nada parece mapear meu coração.
A Queima do Alho é um festival culinário tropeiro, que como tal busca-se algo de ancestral, algo sobre a comida da avó e um toque de mistério.
Os encontros de comitivas tropeiras são celebrações dos saberes que atravessam gerações.
Oportunidades de experimentar o Estradão
(...)
Fogo-de-Chão
Mostra do livro: Poeira, Fumaça e Sonhos
Material de Divulgação
Como parte dos trabalhos de divulgação a Organização Druida Caipira apresenta informações, sugestões e pautas sobre o desenvolvimento do primeiro livro do nosso Comissário, João Marquezine, que já se encontra em cerca de ⅔ do trabalho realizado e convida o leitor a uma imersão cultura nas raízes do Brasil.






Sobre o Jaum


Nascido em Itapira, SP, e com formação diversa, João possui um conhecimento prático e teórico aprofundado das culturas, valores e espiritualidades rurais. Essa vivência autêntica lhe confere uma perspectiva única sobre o universo caipira, refletindo sua conexão genuína com as raízes do campo e a sabedoria ancestral que molda sua identidade.
Comissário Druida Caipira | Agencia de Comunicação;
Comissário da Queima do Alho | APAE de Itapira;
Técnico de Apoio Agropecuário | UDA de Itapira;
Ilustrador | Linhas, alegorias e semiótica;
Historiador | Mentalidade, antiguidade e campesino;
João Marquezini
Comissário Druida Caipira
